segunda-feira, março 25, 2013

MAIS UMA DEMONSTRAÇÃO DE QUE NÃO ESTAMOS SÓS NO PLANETA

CIENTISTAS DO NOAA ENCONTRAM CRIATURAS NO FUNDO DO OCÊANO, MAS NOVAMENTE O GOVERNO NORTE AMERICANO ESCONDE A VERDADE DA POPULAÇÃO MUNDIAL

Por Atílio Coelho



      Ainda outro dia, numa discussão com pesquisadores em uma lista fechada de discussão, falávamos sobre casuística na região sul do estado de São Paulo, quando fui surpreendido com a confissão de um colega que afirmou não acreditar na existência de intraterrenos. Respondi que cada um acredita no que quiser, mas mesmo assim, a confissão daquele pesquisador me deixou perplexo se bem que ele não é o único pesquisador a não crer nesta possibilidade, apesar de toda uma casuística sobre o assunto.
      Este ceticismo ou ignorância em torno do assunto talvez seja em decorrência da pouca publicação sobre o tema se comparado com a casuística cartesiana. Mas é sobre este aspecto que a chamada Ufologia Cientifica peca em ficar limitada a paradigmas ou conceitos concebidos ainda nas primeiras décadas da chamada Ufologia Moderna ou seja a partir de 1947. Ela permanece direcionada a meras aparições de óvnis propensamente extraterrenos, quando tais objetos também são utilizados por outros seres que compartilham conosco o planeta, inclusive os intraterrenos. Então, como discernir se tal objeto não identificado é apenas de procedência extraterrena?
      É necessário que pesquisadores nestes campos tenham a mente um pouco mais aberta, para a possibilidade de compartilharmos o orbe com outras criaturas.
Embora o caso a seguir nada tenha diretamente a ver com o fenômeno UFO, mas é um ótimo exemplo para ilustrar o que estamos dizendo.
      O canal britânico Discovery apresentou uma experiência interessante, para minha surpresa, já que a TV não costuma apresentar materiais deste tipo. Era um documentário sobre três cientistas do National Oceanic and Atmospheric Administracion - NOAA sobre criaturas marinhas ainda “desconhecidas”, provisoriamente chamadas de sereias. Teria sido por mero acaso que encontraram aquelas criaturas, quando monitoravam um grupo de baleias e golfinhos. Mas foi quando foram analisar os ruídos gravados, é que notaram a existência de um terceiro grupo de sons se relacionando com as baleias e golfinhos. A princípio descartaram uma série de possibilidades, até que um grupo de pescadores pescou um tubarão branco, contendo em seu interior algo estranho. Um corpo estranho.




      Um dos cientistas ainda notou uma lâmina que seria do rabo de uma raia para fora do peixe, como se ela tivesse cortado o corpo do animal ficando para fora. Mas ele logo percebeu que a lâmina estava presa a um osso. Então levaram o tubarão para um laboratório na África do Sul, e quando o dissecaram se espantaram ao notar que em seu interior havia o corpo de uma criatura não identificada. A criatura possuía ossos que lembravam um hominídeo, mãos como as humanas, mas os dedos ligados por uma membrana. Na cabeça uma protuberância que faz lembrar uma crista, que é similar a encontrada em macacos, e uma cauda semelhante a do peixe boi. Para eles, ao analisar aquela ossada, imaginaram que tal criatura já teria caminhado em terra firme, antes de passar a habitar os oceanos, a exemplo dos golfinhos. Mas o mais importante, é que notaram que um dos ossos havia sido trabalhado, e fora nele que estaria encaixado a aquela lâmina que cortou parte do corpo do tubarão. Então entenderam que aquela lâmina fazia parte de uma arma semelhante a uma lança ou arpão. Compreenderam que se tratava de uma criatura inteligente, capaz de desenvolver ferramentas, e quem sabe, além de conviver em grupo, ter uma sociedade mais complexa.





      A questão é que aqueles cientistas do NOAA tinham conhecimento de experimentos com armas sônicas ainda em fase experimental pela Marinha norte-americana. O objetivo daquelas armas é o de destruir órgãos internos de marinheiros que operam submarinos inimigos. E aqueles cientistas sabiam dos efeitos daquelas armas também sobre outros animais, no caso baleias cujos corpos de alguns grupos daqueles mamíferos, foram encontrados em praias de diversos países, como consequência daqueles experimentos ou seja, com seus órgãos internos danificados.



      Retornando a autópsia, os cientistas do NOAA encontraram o que seria o baço do “animal”, e ao analisarem o órgão, notaram que aquele baço também sofrera os mesmos danos causados em órgãos de outros animais próximos das zonas de experimentos daquelas armas experimentais americanas. Esta constatação seria importante para a ação de diversos grupos de ambientalistas contrários a continuidade daqueles experimentos que estariam causando sérios danos a diversos animais marinhos.
      Mas o mais surpreendente – não para nós que lidamos com ufologia- é que uma patrulha invadiu o laboratório para confiscar todo aquele material reunido por aqueles cientistas, deixando apenas a cabeça do que seria o ser, trabalho de uma cientista forense especializada em reconstituição de membros a partir de fragmentos. Também uma cópia da fita de áudio que gerou a pesquisa.
Indignados, aqueles cientistas protestaram junto as autoridades sul africana e norte americana, sem obterem qualquer efeito prático, apenas receberam como resposta a alegação de que o material se tratava de propriedade do governo sul africano, o que não convenceu aqueles especialistas.



Imagens autênticas do sequestro dos materiais pelo governo sul africano



      Eles ainda tentaram continuar suas pesquisas, reunindo diversos materiais e testemunhas sobre estas criaturas, quando se depararam com vídeos e fotos de testemunhas e relatos. Conheceram um menino que havia encontrado um dos corpos das criaturas em uma praia. Como ocorre tradicionamente no campo ufológico, membros de órgãos secretos do governo americano tentaram convencer o rapaz de que o animal que ele encontrara fazia parte da fauna natural marinha e que não havia nada de extraordinário. Mas não sabiam, que o menino fizera o esboço do rosto do ser em um papel, e que ele ainda continha fotos da criatura em céu telefone celular. Também um vídeo de pescadores que ao puxar a rede para o barco, trouxe uma criatura no meio dos peixes. No vídeo é possível por segundos observar apenas o braço da criatura, que prontamente foi jogada ao mar. Arqueólogos apresentaram evidências daqueles seres marinhos, registrados em arte rupestre de grutas no Egito, demonstrando que outros povos também já conheciam aqueles seres em épocas remotas.
      Continuando seus estudos, notaram que as aparições seguiram as já conhecidas rotas das baleias, e então decidiram seguir uma delas. Quando surgiu um grupo de baleias, acionaram aquela fita de áudio que continha as conversas dos animais marinhos, buscando uma forma de aproximação. Se aproximaram e viram as baleias e junto a elas, outros “animais” que passavam rápidos como que rodeando-as, mas não conseguiram discernir o que realmente eram, apenas suspeitavam que poderiam ser os tais seres que buscavam, mas sem convicção. Foi então que se aproximou um barco policial que novamente confiscou tudo que eles possuíam. Após esse episódio, aqueles cientistas desistiram de continuar, culminando em 2005 com o desligamento deles do NOAA. Entenderam que órgãos secretos estavam no encalço deles, e eles sabiam dos riscos que corriam, e por esta razão abandonaram aquelas pesquisas. Um deles chegou a afirmar que já sabia o suficiente e que não pretendia mais prosseguir. Apenas outro cientista do grupo decidiu que continuaria realizando pesquisas particulares sobre aquelas criaturas, mas nunca mais tiveram notícias dele.



Arte rupestre encontradas no Egito apresentando baleias e as criaturas

      Bem, meus amigos, este é apenas um exemplo de que não estamos sós neste planeta, de que há diversas outras criaturas inteligentes habitando este orbe, seja no interior dos oceanos, ainda desconhecidos em sua maioria, assim como no interior do subsolo, montanhas, enfim, e que algumas destas “criaturas” acumularam conhecimento e se utilizam de equipamentos, muitas vezes ainda mais sofisticados que os utilizados por nós.
      Mas você já parou para pensar que sempre que possível buscamos a água para aqueles momentos de prazer e descanso? Já reparou que costumamos convidar amigos e familiares para estarmos ao lado de uma piscina, de um rio, mar, lago, cachoeira ou represa para estes momentos felizes? Porque estarmos próximos a água nos proporciona esta sensação de paz e alegria?
Será que viemos dela ou do ambiente marinho? Será que o tão procurado elo perdido não esteja nas árvores, ou seja, em busca de algum símio que teria sido o tronco no qual derivou o homo sapiens, mas em criaturas como estas – marinhas - encontradas por aqueles cientistas?
      Certamente só teremos estas respostas quando a ordem para os governos for a de trazer a verdade a população.


Um comentário:

  1. Olá !

    Agradeço o envio dos e-mails, e do link deste Blogspot; assim consegui encontrar esta matéria extraordinária.
    Namastê !

    Olga

    ResponderExcluir

Deixe seu comentário, quero conhecer sua opinião sobre o que está sendo exibido.