domingo, agosto 19, 2012

CAVERNA NO PICO DO JARAGUÁ

Já que no último post comentamos a respeito das constantes aparições de OVNIs na zona norte da cidade de São Paulo, muitos desconhecem que o “ponto quente” ou seja o principal ponto de aparições na capital paulistana é exatamente o Pico do Jaraguá, que seria também o ponto culminante na capital atingindo 1135 metros de altitude em relação ao nivel do mar. Tal acidente geográfico, além de ser um ponto turístico, também abriga diversas torres de emissoras de rádio e TV em decorrência de sua posição e altitude. Mas o Pico do Jaraguá também guarda informações bastante inusitadas, algumas delas é certamente a resposta ou o motivo pelo qual atrai o interesse dos OVNIs sobre aquela região. Tal morro também foi alvo de interesse econômico, quando uma empresa alemã tentou comprar o morro a fins de explorar minério, em troca da então divida externa brasileira, isso ainda no governo de Juscelino Kubitscheck, na década de 50, que acabou declinando da proposta. Por volta de 1985, eu atuava como operador de áudio visual na Faculdade de Belas Artes de São Paulo, quando um aluno me apresentou um amigo que teria informações interessantes para mim, que naquela época já era um pesquisador. O rapaz passou a me contar uma história curiosa. Ele conheceu um belga que tendo conseguido um mapa de tesouro, mas o mesmo estaria no interior do morro. Foi por esta razão, que o belga buscou contato com um brasileiro para facilitar sua empreitada. Chegando a São Paulo, rapidamente se dirigiram para o Pico do Jaraguá, no encalço do tesouro. Seguiram de Jipe até onde puderam e depois seguiram por trilhas pela mata densa, pois ali faz parte da Serra da Cantareira, porção de Mata Atlântica no entorno da capital. Buscavam encontrar uma caverna. Vasculharam o morro, até seguirem pelo que seria um caminho seco de um riacho, quando encontraram a entrada da caverna. Munidos de mochila e equipamentos necessários, seguiram para o interior da caverna, vasculhando minuciosamente aquele ambiente, não encontrando nada que lhes interessasse, muito menos o tal tesouro. Para eles, teria apenas passado oito horas no interior da cavidade quando finalmente decidiram retornar ao Jipe para então descansarem e tomar um lanche. Saíram um pouco exaustos por causa do esforço de passar por determinadas passagens, pegaram as trilhas e seguiram até o veículo. Chegando ao veículo, se surpreenderam com o que viram, parecia que o veículo estava ali já a algum tempo e não apenas pouco mais de oito horas. Ficaram chocados quando abriram os recipientes em que estavam acondicionados os lanches, notaram que os alimentos já estavam deteriorados como se estivessem ali por alguns dias. Checaram novamente seus relógios que marcavam terem se passado apenas algumas horas, mas ao ligarem o rádio do veículo, ficaram surpresos ao saberem que na verdade já teriam se passado três dias e não apenas algumas horas, diferente ao que registravam os relógios. No entender dos dois, eles teriam avançado no tempo, passaram a acreditar que a tal caverna tivesse essa propriedade, a de avançar no tempo. Após conhecer essa história, nós do Núcleo Tron, decidimos tentar localizar a caverna, até que depois de alguns meses, uma de nossas equipes conseguiu informações sobre a existência de uma caverna no lado oeste do morro, mas seria necessário entrar pelo lado mais denso da mata e passar por algumas propriedades particulares. Diante da confirmação de sua existência, seguimos para o parque, interpelando diversos moradores e alguns guarda parques que após certa resistência nos confidenciaram sobre sua existência e localização. Mas nos alertaram que ela estava fechada e com porta metálica, guardada por seguranças. Quando perguntamos sobre o porquê de tanta segurança já que era apenas uma caverna no meio da mata. Funcionários afirmaram que seria apenas para segurança das pessoas, por causa de morcegos. Morcegos, esta seria apenas a primeira caverna, dentre muitas outras que teriam sido alegadamente “lacradas” por causa de morcegos, exatamente aquelas cavernas que geraram histórias inusitadas ou sem explicação, e que a resposta é sempre a mesma, “foram fechadas para que morcegos não prejudiquem cidadãos”. Qual o real motivo do fechamento destas cavernas e em diversos lugares? É mais um segredo, dos tantos, que as autoridades escondem, e que passa por despercebido pela população. Apresentamos abaixo um pequeno vídeo sobre o pico para melhor idéia daquele local.

Um comentário:

  1. Estive pesquisando sobre o Morro do Jaraguá e encontrei essa belíssima história e outras confirmando a existência de forças desconhecidas por nós. Sempre que passo por ali ou avisto o pico, tenho a impressão que ali existe um portal, ou uma passagem para os mundos intraterrenos ou seria uma base extraterrestre, pois não é por coincidência que o pico fica estrategicamente na entrada de São Paulo e voltado para a cidade, como se estivesse a protegendo e a amparando. Lídia Benedito (morado de Pirituba/Jaraguá).

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