domingo, agosto 26, 2012

UMA ESTATUETA PRÉ INCAICA

História da antiguidade, Arqueologia e ufo-arqueologia sempre me interessaram, tanto que quando ainda estava na faculdade, me dediquei aos estudos sobre o povo Inca, com isso descobri aspectos fascinantes daquele povo, muita coisa que não costuma ser publicado pela mídia. E nós, que nos interessamos por Ufologia e assuntos relacionados, devemos ficar atentos a determinados povos que por aqui passaram, como os Holmecas(favor não confundir com Toltecas) que deixaram “rastros” no mínimo estranhos inclusive esculturas de formato negróide, mas acima de tudo eram um povo avançado. Mas o povo mais intrigante é sem dúvida o povo que viveu em Tiahuanaco, um povo misterioso por não possuirmos quase nenhuma informação sobre eles. Mas eles eram pré-colombianos, seguindo informes, sua cidade foi destruída com a recente mudança do eixo terrestre, pois Tiahuanaco era uma cidade portuária. Com a mudança do eixo terrestre e o conseqüente enrugamento das placa tectônica, eles foram do nível zero em relação ao mar para o que hoje é em torno de 4 mil metros. Sabe-se que não tiveram muito tempo para fugir, já que segundo arqueólogos, eles foram praticamente soterrados, pois boa parte daquela cidade era subterrânea, e um imenso lamaçal os selou. Mas Tiahuanaco não era o que vemos hoje, apenas pouco mais de um quarteirão, mas um belo conjunto arquitetônico, contando inclusive com pirâmides. Com a chegada dos espanhóis, boa parte daquele complexo arqutetônico foi destruído (mais uma vez conseguiram) para utilizarem seus blocos de pedra já talhados, para construção de igrejas e edifícios, pavimentação de estradas, etc... Estes criminosos colonizadores, antes de destruírem aquele complexo, perguntaram aos incas se fora eles que construíram aquele complexo, responderam que não, que seus antepassados já conheciam aquelas construções. Perguntaram então se sabiam quem as construiu, e eles surpreendentemente responderam que segundo seus ancestrais foram os “deuses”. Lembremos portanto da famosa Porta do Sol, lembremos de Orejona, que segundo informes, possuía cabeça cônica e teria vindo de Vênus, e quem leu alguns trabalhos do Zacharias entende que este era um dos aspectos dos “deuses” sumérios. Mas há muito mais por detrás deste véu, em 1983, fui a La Paz, fui conhecer uma famosa feira de artesanato, e um amigo meu reside lá, me perguntou o porque não comprara muita coisa. Respondi que preferia artigos mais rústicos, principalmente cerâmica, foi aí que uma índia se aproximou e me ofereceu uma estatueta. Mas ela queria me vender como antiguidade, e portanto comprei somente uma peça, apesar do incentivo de meu amigo alegando ser genuína. Mas como sou muito desconfiado compre, como disse somente uma. Chegando a S.Paulo, naquela época trabalhava na Faculdade de Belas Artes, aproveitei e pedi a alguns professores para olhar a peça a Mamma Pacha, eles acabaram gostando muito, me decifraram alguns de seus desenhos, e uma professora trouxe um técnico do MASP (Museu de Arte) para observá-la, ele decifrou alguns de seus componentes, como quartzo e feldispato.Quis comprá-la. Disse inclusive que até então, quem criara estatuetas com um furo em baixo, hoje comum a qualquer boneca ou brinquedo para entrada de ar, teria sido os chineses, e se comprovando sua autenticidade, modificaria toda a história da arte mundial. Quando fui a USP, visitei o museu de arqueologia e constatei que era completamente diferente do que eles possuíam. Ela era muito mais rudimentar. Possuía também cabeça cônica, olhos extremamente oblíquos, mas o que mais chamava a atenção, era seu cinturão, que lembrava o de um astronauta ou coisa parecida. Mas havia muito mais para se descobrir, pois esta estatueta começou a demonstrar suas propriedades, pois cheguei a levá-la para alguns locais onde dava palestra e quando as pessoas a seguravam, ela gerava um tipo de reação, normalmente dor em algum ponto do corpo. Mas o normal era seu aquecimento, quando em contato com nosso corpo. Tivemos um ótimo exemplo,havia uma jovem que era membro do Núcleo TRON (meu grupo de estudos), teve dores fortíssimas na região do plexo, se ausentou do grupo por uns dois meses e retornou se dizendo curada de um problema que tinha naquela região. Sei que tudo isso possa parecer fantasioso, mas tenho amigos que chegaram a vê-la. Por infelicidade, minha irmã acabou destruindo a peça, quando foi regar um vaso. Chegamos a colar a peça, mas já não possuía as mesmas propriedades. Tudo isso, a necessidade de conhecermos melhor o passado e procurarmos entender nossas origens e o que é terrestre e o que é alienígena. ATILIO COELHO

domingo, agosto 19, 2012

CAVERNA NO PICO DO JARAGUÁ

Já que no último post comentamos a respeito das constantes aparições de OVNIs na zona norte da cidade de São Paulo, muitos desconhecem que o “ponto quente” ou seja o principal ponto de aparições na capital paulistana é exatamente o Pico do Jaraguá, que seria também o ponto culminante na capital atingindo 1135 metros de altitude em relação ao nivel do mar. Tal acidente geográfico, além de ser um ponto turístico, também abriga diversas torres de emissoras de rádio e TV em decorrência de sua posição e altitude. Mas o Pico do Jaraguá também guarda informações bastante inusitadas, algumas delas é certamente a resposta ou o motivo pelo qual atrai o interesse dos OVNIs sobre aquela região. Tal morro também foi alvo de interesse econômico, quando uma empresa alemã tentou comprar o morro a fins de explorar minério, em troca da então divida externa brasileira, isso ainda no governo de Juscelino Kubitscheck, na década de 50, que acabou declinando da proposta. Por volta de 1985, eu atuava como operador de áudio visual na Faculdade de Belas Artes de São Paulo, quando um aluno me apresentou um amigo que teria informações interessantes para mim, que naquela época já era um pesquisador. O rapaz passou a me contar uma história curiosa. Ele conheceu um belga que tendo conseguido um mapa de tesouro, mas o mesmo estaria no interior do morro. Foi por esta razão, que o belga buscou contato com um brasileiro para facilitar sua empreitada. Chegando a São Paulo, rapidamente se dirigiram para o Pico do Jaraguá, no encalço do tesouro. Seguiram de Jipe até onde puderam e depois seguiram por trilhas pela mata densa, pois ali faz parte da Serra da Cantareira, porção de Mata Atlântica no entorno da capital. Buscavam encontrar uma caverna. Vasculharam o morro, até seguirem pelo que seria um caminho seco de um riacho, quando encontraram a entrada da caverna. Munidos de mochila e equipamentos necessários, seguiram para o interior da caverna, vasculhando minuciosamente aquele ambiente, não encontrando nada que lhes interessasse, muito menos o tal tesouro. Para eles, teria apenas passado oito horas no interior da cavidade quando finalmente decidiram retornar ao Jipe para então descansarem e tomar um lanche. Saíram um pouco exaustos por causa do esforço de passar por determinadas passagens, pegaram as trilhas e seguiram até o veículo. Chegando ao veículo, se surpreenderam com o que viram, parecia que o veículo estava ali já a algum tempo e não apenas pouco mais de oito horas. Ficaram chocados quando abriram os recipientes em que estavam acondicionados os lanches, notaram que os alimentos já estavam deteriorados como se estivessem ali por alguns dias. Checaram novamente seus relógios que marcavam terem se passado apenas algumas horas, mas ao ligarem o rádio do veículo, ficaram surpresos ao saberem que na verdade já teriam se passado três dias e não apenas algumas horas, diferente ao que registravam os relógios. No entender dos dois, eles teriam avançado no tempo, passaram a acreditar que a tal caverna tivesse essa propriedade, a de avançar no tempo. Após conhecer essa história, nós do Núcleo Tron, decidimos tentar localizar a caverna, até que depois de alguns meses, uma de nossas equipes conseguiu informações sobre a existência de uma caverna no lado oeste do morro, mas seria necessário entrar pelo lado mais denso da mata e passar por algumas propriedades particulares. Diante da confirmação de sua existência, seguimos para o parque, interpelando diversos moradores e alguns guarda parques que após certa resistência nos confidenciaram sobre sua existência e localização. Mas nos alertaram que ela estava fechada e com porta metálica, guardada por seguranças. Quando perguntamos sobre o porquê de tanta segurança já que era apenas uma caverna no meio da mata. Funcionários afirmaram que seria apenas para segurança das pessoas, por causa de morcegos. Morcegos, esta seria apenas a primeira caverna, dentre muitas outras que teriam sido alegadamente “lacradas” por causa de morcegos, exatamente aquelas cavernas que geraram histórias inusitadas ou sem explicação, e que a resposta é sempre a mesma, “foram fechadas para que morcegos não prejudiquem cidadãos”. Qual o real motivo do fechamento destas cavernas e em diversos lugares? É mais um segredo, dos tantos, que as autoridades escondem, e que passa por despercebido pela população. Apresentamos abaixo um pequeno vídeo sobre o pico para melhor idéia daquele local.

Mais um bom lançamento de livro

O colega da revista UFO e pesquisador Ataíde Ferreira S. Neto lança livro Nas Profundezas do Psiquismo. O lançamento ocorrerá no dia próximo 15 de setembro ás 16h no auditório da Livraria Jamiria, no Shopping Pantanal, em Campo Grande.