sábado, janeiro 08, 2011

A maldição dos produtos transgênicos

Para aqueles que me conhecem melhor sabem que sou um inimigo dos transgênicos. Como defensor e admiradorda natureza não poderia apoiar atitudes como esta dos transgênicos que buscam modificar as sementes de inúmeros alimentos, alterando complentamente a escala alimentar. Saiba que já há diversos estudos e documentários a este respeito, e o quanto estão prejudicando a diversos seres na natureza.
A alguns anos atrás, agricultores franceses chegaram a atacar e destruirem plantações da empresa de biotecnologia Monsanto, a principal desenvolvedora desta tecnologia. Lideranças daqueles agricultores franceses alertavam que o objetivo destas empresas era de erradicar aos poucos as sementes originais da natureza, para que estas empresas mantivessem o monopólio delas, fazendo com que os agricultores comprassem delas se quisessem plantar alguma coisa.
Então, aquele hábito inocente de chupar uma laranja, pegar uma semente e plantá-la para quem sabe um dia poder aproveitar seus frutos, já não será possível daqui a algum tempo, porque algumas empresas terão o monopólio do que nos foi dado por Deus ou pela natureza.
Mas o que aconteceu depois que aquelas malditas plantações foram destruídas? Bem, aquelas empresas de biotecnologia fizeram acordos com governos que lhes permitiu continuar aqueles plantios em locais não divulgados para que fossem evitados novos ataques.
Aqui no Brasil, no estado do Rio Grande do Sul, um grupo de sem-terras também chegou a atacar plantações da Embrapa, uma empresa do governo brasileiro. A Embrapa realiza amplas pesquisas com sementes alteradas.
Posteriormente a deputada estadual de São Paulo, Edna Macedo tomou a iniciativa de criar lei que obriga aos comerciantes a alertar aos consumidores ainda nas gondolas dos supermercados a constituição do produto, quando este for de origem transgênica. Mas infelizmente a lei não pegou, pois as empresas implicadas alegaram que haveria a necessidade de uma lei federal e não estadual, já que seus produtos eram comercializados em todo o país. Houve tremenda batalha no Congresso brasileiro, até por ação do Ministério do Meio Ambiente, na época sob comando da Marina Silva. A outra etapa desta batalha na identificação daqueles produtos, foi pelo percentual de elemento transgênico no produto. Mas o lobby no Congresso foi tão incisivo que a lei aprovada obriga que apenas os produtos com percentual mínimo sejam obrigadas a utilizar o símbolo "T" dentro de um triângulo como sinal de que aquele produto tenha percentual transgênico. O que não quer dizer que outros produtos que não ultrapassem aquele percentual também utilizem elementos transgênicos ou genéticamente modificados. Alguns produtos como refrigerantes cola, batatas fritas, e uma infinidade de outros produtos levam elementos transgênicos em sua composição.
Alguns cientistas alertaram para os perigos dos produtos genéticamente alterados na natureza e para a saúde da população, até porque não haviam estudos que comprovassem as conseqüências em nosso organismo, após uso prolongado destes produtos. Alguns chegaram a levantar a possibilidade de induzir alteração em nosso dna após consumo prolongado destes produtos.
Hoje assistimos a evolução de diversas doenças sobre a população como a obesidade e o diabetes. Para alguns estudiosos, estes problemas estariam relacionados a produtos desenvolvidos por empresas de biotecnologia.
Mas e o que dizer sobre o consumo de soja?
Hoje se difunde a importância deste produto para uma saúde mais saúdável, será?
Alguns ainda brincam sobre a proliferação de jovens afeminados, como sendo a água que bebem, será mesmo? rssss
Não tomarei seu tempo com minhas palavras, veja este documentário de dez minutos a respeito dos danos da soja e parabenos em nossas vidas. Avise seus amigos e parentes.