quinta-feira, dezembro 09, 2010

A FALTA DE ELEMENTOS QUE COMPROVEM UM CASO


         Muitas vezes a pesquisa ufológica proporciona determinados problemas característicos e que trazem muitos problemas ao pesquisador criterioso, principalmente quando o que está envolvido é o principal, ou seja, a prova .
            Na noite do dia 27 de novembro, um sábado, dispara o alarme de um sensor de presença de ma imobiliária localizada no bairro de Freguesia do Ó, localizado na zona norte da capital paulista. Os seguranças foram até o local e constatando que não havia nada de anormal na propriedade, desligaram o alarme e retornaram a seus postos.
            Ocorre que no dia seguinte, após relatarem ao superior o disparo do alarme sem um motivo,  alguém decidiu verificar as gravações das diversas câmeras, apenas por curiosidade. Verificando os vídeos, constataram que no momento apontado pelos seguranças, uma das câmeras registrou a passagem de algo muito rápido, tanto que provocou uma distorção na imagem referente ao objeto, levando aos seguranças a afirmarem que aquilo mais se parecia com um “cabo de vassoura, voando”, na linguagem deles.
         Até o momento não conseguimos cópia deste vídeo, o que faz com que deixemos o caso no aguardo de mais informações.
         Caso comprove o que se espera sobre este fato ocorrido, a possibilidade de uma sonda ou algo semelhante ter influenciado um sensor, tornaria o caso bastante interessante, pois não temos notícias de que tenha ocorrido algum caso semelhante, de que uma sonda pudesse fazer disparar um alarme, dado sua densidade.
         Mas voltemos ao problema das provas, temos em nosso blog – atiliocoelho.blogspot.com – um outro caso também interessante e não concluído. Na verdade sua publicação foi uma exceção, pelo fato de o trabalho não estar concluído, e por uma questão de critério, não publicamos mais aqueles casos que se limita apenas a narrativa do fato, e é o que mais se tem em matéria de casuística ufológica, apenas relatos e nada mais, sem que se tenha algo mais palpável que nos conduza a uma conclusão mais precisa sobre o que de fato ocorreu.
         Naquele caso, uma senhora, que reside no bairro de Vila Carrão, bairro da zona leste da capital paulista,  fez contato telefônico afirmando que estava em contato com um ser de uma nave e que tinha provas. Então fomos até sua residência para ouvi-la.
Sua narrativa inicialmente nos fez pensar que se tratava uma história inventada por uma senhora solitária, já que dizia gostar de observar o céu noturno, quando uma estrela passou a lhe chamar a atenção, o que fez com que aquela senhora passasse a conversar com a estrela e namorá-la.
Bem, neste ponto, concluímos que estávamos perdendo tempo ali, até que com o desenrolar da conversa, ela passa a descrever visitas de esferas azuladas no interior de seu dormitório, e que uma delas se aproximou de sua cama, envolvendo sua cabeça, provocando um ruído forte que a entorpecia,  o que a fez dar um pulo para tentar sair daquela situação.
Mas ela foi mais longe, percebendo nossa descrença em relação a seu relato, ela nos disse que a vizinha que mora do outro lado da rua, em frente sua casa, havia filmado um dos momentos em que a estrela que ela conversava descera sobre sua casa  para ela conversar melhor. Fomos até a visinha que confirmou o fato e possuir tal filmagem.
Retornamos em outra data para tentar persuadir a visinha a nos entregar a fita. Ela nos disse que de tanto ouvir aquela senhora lhe contar sua relação com aquela “estrela”, ela pensou em ficar a postos para constatar se de fato a senhora falava a verdade. Mas em determinada noite,  ela sai de casa e de fato vê um objeto brilhante descer sobre a casa daquela senhora, o que a faz correr para dentro de casa e pegar sua filmadora. Segundo ela,  ao conseguir fazer o registro, chamou seus filhos para verem na TV o resultado. Mas o que viram os assustou. “Aquilo é coisa do diabo”, disse a visinha com os olhos lacrimejando ao lembrar das cenas, “eu não quero ver nunca mais aquilo”.
A impressão que nos passou, é a de que viram algo muito desagradável e que ainda os perturbava.
Então, pedi a ela a fita, mas ela respondeu que aquilo não presta, que era coisa demoníaca, e que a câmera estragou com aquela fita. Segundo ela, o filme havia engripado a câmera e não conseguiu tirar a fita. Propusemos a ela pagar o conserto, dado nosso interesse, mas a mesma ainda incomodada nos dizia para esquecer aquilo e até hoje não nos permitiu ter acesso ao filme.
Pena não termos filmado a conversa com esta testemunha, porque era evidente sua transformação ao lembrar do que viu pela TV.
Então temos dois casos interessantes, mas em ambos os casos não temos os filmes, as possíveis provas, que possam comprovar as afirmações daquelas testemunhas, ainda que nos dois casos em questão, os vídeos de fato existam.

ATILIO COELHO

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