domingo, agosto 08, 2010

Novo pouso em Peruíbe?







Prezados amigos
A discussão do momento no meio ufológico é o suposto novo ninho no bairro de S.José em Peruíbe, litoral sul de S.Paulo.
Este seria o terceiro ninho e estranhamente no mesmo bairro, o que foge a tradição de locais de pouso.
Diversos pesquisadores tem se dirigido ao local para investigar as marcas e chegar a alguma conclusão.
O pesquisador Guilherme Raymundo foi o primeiro a avisar a comunidade sobre o fato, Paulo Anibal e equipe do Exo-X foram até lá, fizeram alguns registros e levantamentos preliminares.
Segundo relato do pesquisador Saga, que reside na região e que foi conferir o local onde se encontra o "ninho" no bairro de S.José em Peruíbe.
Saga teria estranhado os relatos desencontrados de moradores visinhos ao local. E o que mais lhe chamou a atenção foi a fala de um senhor carioca que está residindo no local, para fazer companhia a sua filha. Aquele senhor carioca deu a entender que o ninho foi construído, e que dias antes, o local foi visitado por pessoas ligadas a secretaria de turismo de Peruíbe.
Agora meu parecer, de alguém que não foi ao local, mas que tem acompanhado e enviando alguns questionamentos a respeito.
Estranho que tantos pousos tenham acontecido no mesmo bairro, o que não é comum, não há marcas de pouso, ou seja as famosas patas de aterrissagem da nave, possíveis vegetais chamuscados, alterações energéticas no ambiente, radiações. Chegue a sugerir a todos eles a possibilidade de ser resultado da ação de vento forte, e isso já está sendo considerado, na melhor das hipóteses.
A questão é que também temos de considerar os interesses políticos, a visita da reportagem da TV Record. Desde Varginha/MG, prefeitos tem visto com bons olhos estas supostas ocorrências ufológicas. Em Varginha, o prefeito quis transformar a cidade em pólo turístico. Chegou a produzir parte da cidade utilizando temas ufológicos. Construíram uma caixa d'água em forma de disco voador, e o grande tubo que leva a nave(caixa d'água) como se fosse um tubo de energia que "puxaria" pessoas. Os pontos de ônibus assumiram a forma de pequenas naves, as pessoas quem aguardava o ônibus ficava debaixo de um pequeno disco voador que a noite tinham seus seqüenciais de luz intermitentes. Alguns comerciantes chegaram a adotar a idéia, criando ambientes temáticos, com cadeiras na forma de grays, e outros locais vendendo suvenirs de et.s. Mas a idéia não foi para frente depois que comediantes do programa Casseta e Planeta da TV Globo foi a cidade e brincou com a população que acabou se sentindo humilhada, preferindo então optar por um porto seco como melhor de fonte de recursos para o município.
Houve outros prefeitos que também quiseram se aproveitar destes acontecimentos como forma de atrair recursos, preparando suas cidades para a vinda de turistas.
Mas isso não é novidade e nem uma característica dos brasileiros, na Inglaterra, fazendeiros que "encontram" sinais ou círculos em suas terras passam a cobrar entrada de acesso aos círculos, para faturarem em cima de turistas. Foi aí que surgiram alguns construtores de círculos como forma de ganhar dinheiro, tornando desta forma a vida dos ufólogos um pouco mais difícil em seu incansável trabalho de separar o que é autêntico ou não.
Atilio Coelho

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