sexta-feira, maio 07, 2010

A Morte Lenta da Mistificação






O ex-presidente da Academia Real de Engenharia da Inglaterra, Alec Broers, um pioneiro no ramo da nanotecnologia, afirmou: “ É preciso ensinar tecnologia as massas, só assim se vencem os mitos e a ingenuidade.”
Por que o pensamento de Broers tem a ver também com o Fenômeno Ufo?
Quando avançamos no conhecimento científico, muito do lúdico se perde ou se transforma, deixando de ser mágico para ser racional e inteligível. Desta forma, como diz Broers, cai os mitos, os falsos conceitos que muitas vezes nos faz não compreender o que ocorre.
Se nos aprofundarmos em termos de casuística ufológica, um bom exemplo é o uso das imagens holográficas, recurso largamente utilizado por diversas comunidades intraterrenas como forma de camuflar ou de fazer um intruso desistir de sua intenção de avançar em seu território. Há diversos relatos de pessoas que depararam com animais selvagens e seres animalescos nas proximidades de “pontos quentes”, ou seja, locais em que ocorrem com frequência acontecimentos inusitados, que levaram muitos a recuar ou mudar de caminho, estes são os popularmente chamados de “encantados” por pessoas de gerações passadas. Também a utilização de falsos detalhes na paisagem, muitas vezes se assemelhando a rochas entre outras aparências como maneiras de camuflar entradas e equipamentos.
Infelizmente dentro do universo que envolve o que poderíamos chamar de ambiente ufológico popular, o que impera são os enganos causados pela falta de conhecimento em diversos segmentos do conhecimento. Muitas vezes pela falta de informações elementares.
A internet está repleta de imagens de objetos estranhos nas lentes de câmeras como gotículas de água ou poeira que acabam sendo confundidos por incautos como orbes, presenças espirituais ou veículos esféricos. Estas imagens povoam listas de discussão, blogs e sites menos cautelosos, levando muitos ao engano e a desinformação, e pior, ao desenvolvimento de toda uma teoria filosófica enganosa e infundada.
Com isso, muitos acabam pagando caro por workshops e conferências sobre estes enganos tendo como consequência a formação de crédulos que passam a acreditar inocentemente após terem tido acesso a trabalhos baseados em materiais e informações não verdadeiras.
Desta forma, quantos mitos não são criados a partir desta situação infeliz?
Por outro lado, a partir do avanço tecnológico e científico, muito do que foi considerado sem explicação, ou obra de algum ser fantástico deixou de sê-lo. O conhecimento de fenômenos naturais fez com que muitos elementos folclóricos deixassem de existir, como por exemplo, fenômenos provenientes de descargas energéticas em serras que abrigam determinadas jazidas minerais. Casos folclóricos relativos a chamada Mãe do Ouro ou Boi Tatá estão ligados a estes fenômenos.
Mesmo a descoberta e entendimento de diversos projetos científicos secretos de alguns governos como o desenvolvimento de aeronaves e outros instrumentos que são facilmente confundidos como naves alienígenas.
Hoje não é novidade a ação de aeronaves não tripuladas em ações investigativas sobre território alheio a ponto de um militar de alta patente das forças armadas da Espanha afirmar a um pesquisador que o quê mais lhes preocupa não são os ovnis alienígenas, mas sim os ovnis terrestres que bisbilhotam as áreas estratégicas do país. Por esta razão, recentemente o atual governo iraniano ordenou a derrubada de qualquer aeronave não conhecida em seu território.
Desta forma, e aos poucos, como dissemos no início, o entendimento do fenômeno Ufo acaba sofrendo um processo de refinamento, e a interpretação ingênua aos poucos diminui, perde sua força, mas isso não descarta a possibilidade de visita de seres não terrestres, até porque, já não existem mais dúvidas a esse respeito nas altas esferas governamentais.
Por Atilio Coelho

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