terça-feira, abril 13, 2010

Nave aborda barco de pesca em Ilha Bela/SP

Abrimos espaço para uma homenagem ao pesquisador Alexandre Calandra, que preside o GPU-Campinas/SP.
Aqui apresentamos um relato de um caiçara, que ele e sua equipe coletou no município de Ilha Bela, litoral norte paulista.


O GPU gravou dois depoimentos de mais um mebro da família caiçara que vive na praia do Jabaquara, o Sr. Nivaldo Carlos da Silva, 45 anos . Ele é pescador, nascido ecriado naquela localidade. “Há quatro meses (setembro de 2009) eu estava pescando de barco aqui perto, na praia do Saco do Poço, quando, quase a meia noite vi surgir no céu uma luz muito forte. Provinha de um objeto que estava a uns 2 km de distância, no sentido de ubatuba. Ele se movia para a minha direção, silenciosa e rapidamente. Quando chegou perto de mim, a cerca de 500 m, notei que era maior que um carro, com mais de 5m de diametro e a forma esférica. Dele era projetada uma luz de cor vermelha, tão forte que ofuscou a minha visão. Percebi que estava diante de algo estranho e, então, senti medo. Daí comecei a levantar a âncora do meu barbo a fim de sair logo dali. Nesse momento pensei comigo: “Meu Deus, o que será isso? Só que enquanto puxava a âncora, o objeto voador sumiu repentinamente. Mesmo assim, temeroso que ele pudesse reaparecer, decidi encerrar a pescaria e ir embora. Nunca havia visto algo parecido”.
“Entretanto”, continuou Nivaldo, “lembro-me que um parente meu, já falecido, de nome Antonio Braga, viveu uma experiência semelhante. Só que, no caso dele, o objeto chegou muito mais perto. Antonio era caiçara, pescador casado com uma tia minha. Há 10 anos numa certa noite, ele foi pescar de barco nas imediações da pra ia da Fome. De repente, viu surgir algo no mar, que de início pensou ser uma embarcação. Parecia se deslocar para a sua direção. Braga escutou um estranho ruído, que imaginou se tratar do motor daquele “Barco”. Pela imagem que via e sua experiência no mar, calculou que essa embarcação estava próxima dele. Porém, intrigou-lhe o fato de que, por ele estar parado e haver passado muitos minutos, ela nunca se aproximava. Desconfiado de que tinha alguma coisa errada, Braga puxou a âncora do barco, ligou o motor e resolveu retornar para sua casa, situada à praia do Jabaquara. Mal tinha navegado alguns metros, quando, de súbito, a tal embarcação surgiu lado a lado com o barco dele. Levou um susto tremendo e acelerou o motor, na tentativa de se distanciar. Mas não conseguiua, pois, era seguido emparelhado a cerca de 5 m de distância e à mesma velocidade. Nessa hora, apesar de asustado, observou que havia se enganado, porque aquilo que o seguia não era um barco. Tratava-se de um estranho engenho voador, que se deslizava a poucos centímetros de altura da superfície do mar, sem agitar ou formar marolas na água. Possuia um corpo largo e comprido, , quase do tamanho de uma escuna, tendo as bordas arredondadas. Apresentava uma fileira de janelas circulares e pequenas ao longo do seu centro, de onde saiam raios de luzes azuladas. Aliás, o seu corpo, por ser escuro, só era notado devido à claridade que provinha dessas janelinhas. O objeto emitia um som estranho, o mesmo que havia ouvido no início da aparição. Então, Braga foi navegando, cada vez mais assustado, sendo seguido até a praia do Jabaquara. O medo era tanto que procurava não olhar para o lado. Estava certo de que aquilo devia ser algum tipo de assombração, coisa de outro mundo. Quando ele estava chegando ao porto e ia desligar o barco, o estranho engenho sumiu no ar, misteriosamente.”.

Escrito por Alexandre Calandra, edita o UFO – Informe , presidente do GPU, sediado em campinas-SP. Contato – ufoinforme@yahoo.com.br

Um comentário:

  1. Atilio olá, sou de São Paulo, S.P. e estava na praia de Juquehy dia 7 Maio 2010,sexta feira andando sozinho na praia por volta das 18:00hs, e esta bola vermelha de dimensão grande pairou na minha frente e entrei em pânico, acredito que por pouco eu não fui abduzido. È a mais pura verdade, vivi um caso surreal. Abraço do Luis.

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