terça-feira, dezembro 15, 2009

Ainda sobre o ocorrido na Noruega

Ainda que o tal do Mori, lider cético tenha divulgado por aí sua versão, informando que foi um teste mau sucedido dos russos, notem que o governo norueguês ainda não fez nenhum comunicado explicando o ocorrido. E cá para nós que já estamos acostumados com estas políticas todas, que envolvem a Ufologia, já sabiamos que os russos atuariam como bodes expiatórios e viriam a público para assumir um teste fracassado.
Voltamos a repetir, os governos costumam emitir um comunicado informando ou aununciando que farão testes de armamentos ou treinamentos militares. Lembramos também que mesmo países de regimes mais extremados como a Coréia do Norte informam suas intenções, tanto que o Japão costumeiramente faz seus reclamos antes dos lançamentos coreanos, e isso não ocorreu naquele episódio de 11 de dezembro. Como é que um país como a Rússia dispararia um míssil que cruzaria o espaço aéreo de outro país sem comunicar?
Segundo informes o governo russo desmentiu o tal teste, confesso que não fui atrás para verificar essa informação. Mas se ela se confirmar, aí é que aquela ocorrência assume uma posição ainda mais estranha, pois deixarão a população sem qualquer resposta, ainda que inverídica sobre o ocorrido, como é de costume acontecer.
A comunidade ufológica sabe de estranhas batalhas que já ocorreram nos círculos polares. Uma delas foi divulgada pelo Indian Daily, em que frotas navais norte americanas e russas disparavam em direção ao espaço contra algum alvo desconhecido. Ambos os governos informaram que se tratava apenas de um treinamento militar conjunto, mas quando foram questionados sobre a lei que obriga os governos a alertar as embarcações para evitarem tais zonas em determinados dias de treinamentos para evitar acidentes, eles não tiveram como responder. Nos parece que o mesmo silêncio se dará sobre o ocorrido de 11 de dezembro.
Fraternalmente
Atilio

Algo estranho nos céus de Moscou

Parece que 11 de dezembro foi uma noite especial para os céus europeus, já que além daquela forma espiralada que apareceu na Noruega, também surgiu nos céus de Moscou algo inusitado nos céu moscovita.
Vejam a reportagem da TV francesa sobre a aparição russa:


http://www.dailymot ion.com/video/ xbh2oa_pyramide- dans-le-ciel- de-moscou_ tech

sexta-feira, dezembro 11, 2009

Caças Perseguem OVNI em Peruíbe







Segundo informe do pesquisador de Peruíbe, Saga, nesta 4ª feira 09/12, dois caças originários da Base Aérea de Sta. Cruz, perseguiram um OVNI triangular posicionado na Serra de Itatins/Juréia, sem alcança-lo.
“O barulho era tanto que apavorou muitas pessosas na cidade, eles faziam a volta pelo mar em cima da Juréia e retornavam pra Itanhaem onde eu estava fazendo o retorno em 180 graus praticamente chegando a quase ficar em pé e quase de ponta cabeça no giro, retornando mais aberto em cima do mar sentido Peruibe onde de lá meus contatos me mantinham informado sobre a revoada dos caças na Jureia”, conta Saga.
Vejam as fotos:

Estranhas Luzes no Céu da Noruega





Testemunhas afirmam que o brilho da luz parecia com fogos de artifício, mas há suspeitas de testes de um míssil russo, outros já pensam se tratar de algum projeto governamental para testar a reação da população diante de acontecimentos inusitados.

terça-feira, dezembro 08, 2009

Programa da rede estadual habilita professor para atender superdotados

Programa da rede estadual habilita professor para atender superdotados



Iniciativa, criada por meio do Program de Altas Habilidade e oficializada no ano passado, abrange identificação de casos e adaptação do currículo



Foi só conhecer um pouco melhor os números, que Niolas Cássio dos Santos, mesmo com apenas 4 anos, aprendeu a fazer contas. Isso ocorreu quando estava na pré-escola e a precocidade do interesse e da capacidade de raciocínio chamou a atenção dos seus pais, da avó e das amigas dela.

Ao ingressar no primeiro ano do ensino fundamental na Escola Estadual Professor Laurindo Rodrigues P. Leite, na zona leste da capital, supreendeu também os professores, pois já estava “completamente alfabetizado e sabia ler e calcular com inc´rivel facilidade”, recorda a coordenadora pedagógica da unidade, Elisabete dos Anjos.

O próprio menino, hoje com 7 anos, já sabe porque aprende muito mais rapidamente do que a maioria das crianças da sua idade. Possui superdotação, ou seja, habilidade superior à média para algumas atividades intelectuais. O diagnóstico foi feito por meio do Programa de Altas abilidade da Secretaria Estadual de Educação. “ Até poucos anos, em geral, não havia um olhar para essa questão”, ressalta a diretora do Centro de Apoio Pedagógico Especializado (Cape), Maria Elisabete da Costa, órgão da pasta responsável pelo trabalho.

A importância de dar atendimento especial aos superdotados passou a ser abordada na rede em 2002, através de palestras. A iniciativa ganhou relevância em 2005, com o apoio do Ministério da Educação e Cultura (MEC), que distribuiu material específico sobre o tema e culminou no programa, criado oficialmente em 2007. Mas o que ficou definido como a primeira etapa do trabalho já vinha sendo realizado efetivamente desde 2006: a capacitação de educadores para que pudessem identificar alunos superdotados. Até então, essa avaliação era feita com base na intuição dos professores.



Diagnóstico – O método para a formação dos educadores foi elaborado pelo Cape com a ajuda de especialistas no tem. A pasta da Educação formou 270 profissionais – supervisores, assistentes técnico-pedagógicos e professores-coordenadores – para difundir o conhecimento por toda a rede. O procedimento levou a uma grande diferença no número de diagnósticos no período de um ano. A ocorrência de superdotados na rede estadual subiu de 79 registro no censo escolar de 2006, para 397 no ano de 2007.

Gerou também um manual, lançado em dezembro passado para ser entregue a todas as 5,5 mil escolas estaduais paulistas: Um olhar para as Altas Habilidades: Construíndo Caminhos, publicado pela Editora Papirus. Organizado pela psicóloga Christina Cupertino, descreve características comuns aos superdotados e dá dicas sobre como observá-las. “Existem três que devem ser frequentes para se começar um trabalho”, exemplifica a diretora do Cape: “Habilidade acima da média em uma determinada área, criatividade e comprometimento na resolução de tarefas”.

A próxima etapa do programa, a ser iniciada com o ano letivo, abrangerá o encaminhamento dos casos já identificados para enriquecimento curricular e a continuidade do processo de treinamento e avaliação, com acompanhamento mais aprofundado em cada região. Algumas experiências de sucesso, a exemplo de uma parceria realizada entre a diretoria de ensino de Assis e uma universidade para tornar viáveis oficinas especiais para os estudantes, serão analisadas de perto.

De acordo com Elisabete, é essencial a diferenciação no atendimento a esses alunos, para que não percam o interesse nos estudos e não se tornem indisciplinados porconta de desmotivação. “Nosso objetivo não é caçar talentos, mas dar atendimento adequado aos jovens com altas habilidades”, destaca.

O incremento de currículos será ralizado por meio da criação de atividades especificas para esses estudantes, de acordo com a necessidade de cada um , nos programas já desenvolvidos nas escolas estaduais: oficinas das Escolas de Tempo Integral, atividades o Escola da Família, no Hora da Leitura, em festivais de artes e feiras de ciências, entre outros.



Artes, ciências e muita curiosidade


A maior parte dos casos de superdotação na rede pública põe abaixo o mito de que há poucas ocorrências do tipo em famílias de menor poder aquisitivo. “Foram identificados muitos alunos com altas habilidades oriundas de famílias muito simples”, informa a diretora do Cape.

Segundo ela, Artes e Ciências são as áreas em que os dotes intelectuais se destacam com maior frequência, seguidas de Matemática e Geografia. Enumea algumas características que, em conjunto, podem ser consideradas evidências de um caso: boa capacidade de concentração, alto grau de curiosidade, vocabulário avançado, liderança, grande interesse por um assunto específico, alfabetização precoce, habilidade para adaptar e modificar idéias e persistência. Na avaliação, esclarece Maria Elisabeteh, são levadas em conta também questões contextuais.



Nada de doutor sabe tudo



Apesar de não encontrar obstáculos para realizar as tarefas, a vida escolar de Nicolas Cássio (que tem habilidade superior à média para algumas atividades) não é feita só de facilidades. Gosta de ajudar os colegas de classe, mas se incomoda de ser chamado de “doutor sabe tudo” por uma das meninas. “Isso é muito chato”, diz.

Elizabete dos Anjos, coordenadora pedagógica da EE Professor Laurindo Rodrigues P. Leite, na zona leste, lembra que o menino realmente causou espanto ao entrar na escola por saber muito mais do que as crianças da sua idade. O caderno usado em casa, para escrever e fazer contas, foi apresentado por ela à professora, que logo identificou as características da superdotação, com base na orientação recebida pela pasta da Educação. Nicolas foi encaminhado para uma entrevista com a coordenadora da oficina pedagógica da Diretoria de Ensino, que confirmou a hipótese.

“Foi ótimo conseguir essa definição, pois a professora pôde iniciar um trabalho diferenciado com o garoto, mesmo antes de estar pronto o enriquecimento do seu currículo”, informa a coordenadora. Como o aluno costuma terminar as lições antes de todoso, recebe revistas e livros sobre assuntos de seu interesse para leitura nesses intervalos. “Gosto de histórias de aventura”, diz o menino, agora até famoso pela capacidade intelectual. “ Hoje vou aparecer numa entrevista na televisão”, avisa.





Por Simone de Marco
Agência Imprensa Oficial

Video de OVNI em Peruíbe

Prezados Amigos

O Dr. Guilherme(autor do livro O Portal – Contatos Alienígenas) me enviou link para ver o video registrado por ele, de um ovni na cidade de Peruibe.
Acredito que seja pertencente a mesma seqüencia daqueles aparições já relatadas aqui.
Atilio Coelho

http://www.youtube. com/watch? v=WERkwUyBUXI

AINDA SOBRE ESTRANHAS REAÇÕES DE TESTEMUNHAS

AINDA SOBRE ESTRANHAS REAÇÕES DE TESTEMUNHAS


Eu iria falar um pouco sobre reações estranhas das testemunhas OVNI e acabei partindo para outra linha em minha manifestação anterior.
Uma das alegações oficiais dos governos em não divulgar a realidade dos UFOs é exatamente por causa da reação da população. Alegam que havieria esteria entre outras reações. Outros perguntam o porquê uma nave destas na baixa sobre a Casa Branca ou na Praça da Sé.
Mas qual seria realmente a reação das pessoas diante de um fato como este? Em minha experiência de fato vi pessoas terem reações de medo, mas são poucas, normalmente assumem outra reação, como a de surpresa e curiosidade. Vejam um exemplo:
Um dos casos mais interessantes foi exatamente quando ocorreu meu primeiro avistamento de uma nave, isto foi em uma noite de outubro de 1976, quando eu, minha irmã e uma amiga voltávamos de uma sessão de cinema, por volta das 22hs. Isso no bairro de Vila Ré, na capital paulista, e assim que viramos a esquina nos deparamos com uma nave pairando sobre a fábrica de bolos Seven Boys, hoje Panco.
Ela tinha o formato clássico, um sequencial multi-colorido por toda sua borda inferior e ainda foi possível observar uma cúpula apagada. De repente ela começou a se mover lentamente e em nossa direção isso a uns 300 metros de altura.
Não perdi tempo, pois ali na esquina há um boteco, algumas pessoas estavam lá, uns no balcão, outros jogando bilhar e então gritei para chamar-lhes a atenção, quando todos foram até a porta para constatar o fato.
O interessante é que quando a nave passou a nossa frente, praticamente todos retornaram para o interior do bar, como se nada de extraordinário tivesse acontecido, a não ser a passagem de um novo modelo da Ford (rss) ou um novo fusca naquela época.
Porque aquelas pessoas demonstraram tamanha indiferença diante daquele fato inusitado? Porque não se sentiram ameaçados? Ou teria ocorrido o mais improvável, teriam recebido alguma “ordem mental” que os fizesse retornar ao que faziam?
Não tomamos conhecimento de nenhuma testemunha na região, portanto podemos dizer que ninguém ou quase ninguém teria observado aquela estranha presença que levou longos minutos para desaparecer no horizonte. Mais ninguém teria visto? E isso numa metrópole tão populosa como São Paulo?
De fato são questões que permanecerão por muito tempo, até que possamos avançar mais a respeito das tantas questões que envolvem o fenômeno UFO.

Atilio Coelho