sexta-feira, novembro 27, 2009

SOBRE A REAÇÃO DAS TESTEMUNHAS DE OVNIs

SOBRE A REAÇÃO DAS TESTEMUNHAS DE OVNISs

Vamos nos devertir um pouco agora, como que naquelas fogueiras noturnas de encontro de pesquisadores.
Mas minha proposta é a de refletirmos um pouco sobre a reação das pessoas diante de um fenômeno ufológico.
Vejam que a foto apresentada no texto sobre Fenômenos em Peruíbe foi criticada por causa de sua qualidade. Embora eu tenha publicado parte dela em meu blog como ilustração de uma seqüência de eventos que estariam ocorrendo naquela cidade, ela não foi aprovada para publicação em revista, exatamente por conta de sua qualidade.
Mas agora vamos dar um crédito a seu autor, nestes mais de 30 anos de pesquisa ufológica, já observei ou que fiquei sabendo das mais incríveis reações diante de um acontecimento como estes, seja por parte de uma pessoa leiga ou até mesmo de um pesquisador experimentado.
Somos seres humanos, o estado psicológico de cada um varia de acordo com o momento que a pessoa está vivendo, a adrenalina, além dos tantos pensamentos, auto preservação e reações que passam por uma pessoa seja numa vigília ufológica ou em um momento em que a pessoa não espera por tais ocorrências.
Como disse, vamos dar um crédido ao autor da foto de Peruíbe, uma esfera de luz surgiu sobre sua casa, começou a dar voltas, ele chegou a contar ao menos 70 delas, quando decidiu bater uma foto e ainda teve a frieza de registrar o fenômeno utilizando uma lâmpada fluorescente de rua para posterior comparação. Tal atitude, a de pensar no que vai fazer, nem sempre é seguida, pois ele deixou de observar o fenômeno, foi buscar a câmera, correu o risco de enquanto isso aquele artefato explodir e surgir a mensagem “Visite Beijin” (rss) quantos de nós perderíamos esta oportunidade?
Mas voltemos ao tema, eu confesso que certamente não pegaria a câmera, acho ficaria observando as evoluções do aparelho, portanto, diferente do autor daquela foto.
Na década de 80 em Iporanga, cidade interiorana da região sul do estado de S.Paulo, “ponto quente” em termos de casuística ufológica, um grupo de quatro pesquisadores vinha a noite pela estrada que liga Eldorado a Iporanga, na época a estrada era de terra e mata densa, eis que de repente se deparam com um brilho extremo ao lado da estrada, quando perceberam ser uma nave pousada (alguns aqui vão lembrar desta história), a motorista, uma pesquisadora simplesmente acelerou o veículo, sairam em disparada e só foram parar kilometros a frente, perdendo a oportunidade de observar e até registrar o veículo pousado. Também naquela região, no chamado Mirante, divisa Iporanga/Apiaí, depois que outros retornaram ao centro da Iporanga, já que a noite estava fria, três deles (eu estava presente) decidiram permanecer. Em dado momento uma nave de pelo menos 30 metros surgiu a nossa frente, vindo de trás da montanha a nossa frente. Ficamos estaziados diante daquela visão, quando um dos pesquisadores ficou indeciso sobre qual equipamento utilizar, uma filmadora e uma câmera fotográfica. Ao acionar a câmera e ao primeiro disparo fotográfico a nave simplesmente apagou, como o céu estava estrelado, e limpo, não foi possível ao menos observar vulto negro naquela região do céu, ela simplesmente desapareceu, talvez por ter registrado o feixe de raio infravermelho que estas câmeras possuem para ajustar o foco. E o mais interessante, embora seja uma foto técnicamente importante, já que conseguiu registrar o momento de desmaterialização da nave, o autor da foto simplesmente a nega, talvez por não ter coragem de assumi-la por conta do resultado da mesma. Disse, “eu não estava lá”.
Ainda naquela região, iam num carro cinco pessoas, mas a certo ponto o automóvel enguiça. Dois deles decidem seguir a Apiaí em busca de socorro mecânico e os outros três ficam próximo ao carro, mas estes se cansam e decidem voltar a Iporanga, quando passaram por determinado ponto da estrada, um ponto crítico, começa a ser arremeçadas pedras contra eles e do nada, vindos da mata. Mas não vamos discutir agora quem os arremessava e sim que o grupo de pesquisadores tiveram de correr e muito, um deles, havia jantado e tomado banho, e decidiu participar da vigília de chinelos avaianas. Nem é necessário dizer que o pobre rapaz deixou pela estrada suas sandálias, além do tampão de seu calcanhar, mas conseguiram chegar inteiros.
Também há o caso daqueles que não dão o braço a torcer, conheci uma cética que satirizava ufólogos porque se ocupavam de coisas que não existem. Decidimos então levá-la para um passeio em um destes “pontos quentes” e demos sorte, entre outros acontecimentos, uma sonda serpenteava o Vale do Uma, em Iguape, ela já estava preocupada quando observamos o objeto e perguntamos a ela o que seria aquela luz no meio do mato. Ela disse que era apenas a luz de alguma casa no meio do mato, então decidimos demonstrar a ela o quanto estava enganada. Pegamos alguns objetos que emitem luz e provocamos a sonda. Ela começou a se movimentar e em nossa direção, a cética começou a gritar pedindo para ir embora e assim fizemos. Mas para nossa surpresa, quando chegamos a S.Paulo, ela diz a todos, “eu não vi nada, perdi meu tempo”.
Em minhas vigílias, quando ainda as fazia, pois fazem uns 10 anos que já não saio a campo por razão de saúde, eu e meu grupo tivemos mutias vezes que bater em retirada quando a situação atingia um ponto crítico. Muitas vezes estamos diante de certos fenômenos que nos forçam a saída do local. Seja por aproximação de determinados objetos, deformação do espaço a nossa volta (portais), interferência no racioncínio de algum dos integrantes do grupo, muitas vezes causando interferência nas ondas cerebrais do indivíduo fazendo com que tenham atitudes estranhas, cito um exemplo, estávamos em vigília em Peruíbe, observando sondas, quando uma delas vinha se aproximando e um dos integrantes começou a puxar o para-choque do carro em que estávamos como que querendo segurá-lo. Perguntamos então o que pretendia, ele respondeu que estava segurando o veículo. “ora”, dissemos, “o carro está freiado, ele não está andando”. Mas ele achava que o carro começava a andar e se punha a segurar o veículo freiado, foi aí que entendemos que estava havendo alguma ação de algum objeto próximo a nós e que estaria intervindo no raciocínio daquele rapaz..
Mas a reação mais estranha mesmo, é quando alguém diz a um ufólogo, “eu vi um disco voador” e o pesquisador o olha friamente, desconversa e age como quem diz, “você está ficando louco?”. Rsss

Fraterno abraço a todos e desculpem as brincadeiras

Atilio Coelho

terça-feira, novembro 24, 2009

Sobre participação em nossa lista de debates

Pela primeira vez respondo aos amigos que freqüentam este blog, pois recebemos manifestação de um amigo que disse estar interessado em fazer parte de nossa lista de discussão a Listatron e não conseguiu.
Caso não consiga, por favor, escreva direto para meu e-mail: atiliocoelho@yahoo.com.br e com todo o prazer você será integrado ao grupo de discussões.
Nos perdoe o transtorno.
Forte e fraterno abraço.

Atilio Coelho

segunda-feira, novembro 23, 2009

ESTRANHOS FENÔMENOS EM PERUÍBE 2009


Imagem fornecida pelo pesquisador Saga.

Prezados amigos

No mês passado estive alguns dias em Peruíbe, mas uma das coisas interessantes, é que estive com um pesquisador daquela cidade, o Saga, misto de político local, empresário e ex-integrante do grupo Exo-X que dias antes me dizia que sempre após mudanças climáticas, aquelas sucessivas frentes frias que estavam ocorrendo naquelas semanas, e que criavam fortes tempestades, geravam fenômenos estranhos, e destes fenômenos surgia uma esfera luminosa que percorria o bairro.
Decidi ir para lá, inclusive para realizar uma matéria para a Revista UFO.
Soube que muitos moradores começaram a ficar assustados com as tais aparições da esfera.
Segundo um outro pesquisador, que também é testemunha daquelas insólitas ocorrências, o Dr. Guilherme, em uma das aparições, a esfera passou a pouco mais de 30 centímetros de suas cabeças.Uma moradora daquela cidade chegou a entrar em contato com o pesquisador Paulo Anibal, também consultor da Revista Ufo, para contar um estranho clarão que viu no início daquelas tempestades, e que o mesmo foi de longa duração.
E o mais interessante é que a esfera ou nave, já que para Saga em uma foto obtida por ele tinha um formato quase triangular, surgia sempre após a aparição de um tipo de clarão ou raio, e daí o surgimento da nave ou esfera.
Segundo um dos pesquisadores este fenômeno ocorreu por diversas vezes. Segundo Saga, em uma das noites, chegaram a contar em torno de 70 voltas ao redor de onde estavam.
Ainda segundo Saga, para ele o fenômeno tem relação com esferas que vem da região da Estância Santa Cruz, na divisa entre os municípios de Peruíbe e Itanhaém e que certamente abrigará um futuro porto já que no local há poucas residências, mata preservada e ao lado de uma reserva mineral que ninguém soube nos informar ao certo de que se trata, e também ao lado de uma tribo indígena recém transferida, ou seja a seis anos.
Segundo informes, do chão daquela área brota esferas de luz, talvez causadas pela energia acumulada do minério ali existente. Ou como quer um dos pesquisadores, seria a materialização de um tipo de veículo que segue posteriormente em direção ao sul ou seja a cidade de Peruíbe.
Mas o mais interessante de tudo isso é que segundo um dos observadores, tais aparições ou fenômenos sessaram exatamente na noite do apagão, ou seja, após aquele estranho evento, nunca mais ocorreu qualquer fenômeno relacionado aquele que estavam acompanhando.
Atilio Coelho

quinta-feira, novembro 19, 2009

Pseudos pesquisadores falam do que não sabem

Fico chateado,quando leio em alguns veículos, bobagens,desabafos e atitudes nada elegantes ou responsáveis, levando o leitor ao engano, a má informação. É que tem gente que talvez nem foi a Peruíbe ou a outros lugares, pois reside em outros estados e sai por aí falando bobagens. Eu e diversos amigos já vimos muitos fenômenos em Peruíbe. Tanto é que alguns colegas até desconfiaram de outros que residem naquela região, satirizando que os fenômenos ocorrem diariamente. Como poderia ser uma coisa dessas?
Esses pseudos pesquisadores desconhecem o fenômeno em diversos lugares, e cito por exemplo Iporanga,região sul do estado de S.Paulo. Lá é um local que todos os dias ocorrem aparições de sondas.
Alguém aqui pode dizer que estou ficando louco, ora! então vá lá e confira. Quando afirmei em diversas listas que se hoje combinássemos de ir lá, fatalmente alguma coisa veríamos, muitos me chamaram de louco e outros evitam falar comigo por achar que não sou pessoa séria. Problema deles, não meu, pois quem conhece, quem dedicou algum tempo para pesquisar naquela região, conversar com moradores locais, sabe muito bem do que digo.
A realidade é que tem muito pesquisador de internet, que nunca levou uma picada de mosquito, nunca puzeram seus tênis ou botas no barro, para ver o que diversas vezes vimos.
E o problema meus amigos, é que muitos vão atrás destas pessoas, apenas porque possuem algum meio de mídia como blog ou site. Isso é bobagem.
E afirmo que é por causa da limitação de muitos, assim como pela crença exacerbada de outros, que muita informação importante não vem a público.
Atilio