quarta-feira, julho 25, 2007

FUTUROS VEÍCULOS DE TRANSPORTE COLETIVO TERÃO FORMA DISCOIDAL



Aeronaves mais ambientalmente sustentáveis podem dar uma virada nas noções de engenharia aérea. “Eu quero acabar com a imagem de cilindros com asas”, disse Etnel Straatsma da Delft University of Technology na Holanda.
O avião do futuro é um disco voador. Ele emitiria 50% menos dióxido de carbono por passageiro por milha do que os aviões atuais. Ele também reduziria outros poluentes e ruído.“Desde que o primeiro Boeing 707 voou em 1957, os aviões de passageiros... mudaram muito pouco na sua aparência básica”, disse um dos pesquisadores. “No entanto, como avanços futuros no design básico estão cada vez mais difíceis de serem realizados, pressões econômicas e ambientais significam que a tendência para mudanças radicais é mais forte.”“Mudanças radicais” pode significar introduzir novos materiais e formas ou até reviver “antigos” sistemas de propulsão.Propulsores retrôUma idéia é a de voltar a usar hélices, que são mais eficientes no gasto de combustível do que jatos (turbina à gasolina), mesmo quando as próprias turbinas impulsionam as lâminas do propulsor. Existe a imagem de que aviões turbo hélice são mais lentos, algo que Straatsma acha inaceitável.“Um dos requisitos é aumentar o conforto e isso não pode ser alcançado se o vôo for mais longo”, ela disse.Há propulsores com lâminas curvas que podem alcançar as velocidades dos aviões de passageiros de aproximadamente 850 km/h. O problema é que as lâminas giram tão rápido que as pontas criam ondas de choque extremamente barulhentas. Straatsma afirma que seu grupo tentará reduzir esse ruído, talvez combinando dois propulsores em contra-rotação (girando em sentidos opostos).MaterialMateriais compostos – plástico reforçado com fibras entrelaçadas -- são uma opção ao metal. Eles podem ser fortes como o metal, porém pesando menos, o que reduz a utilização de combustível. A Boeing revelou recentemente o 787 Dreamliner que é 50% “plástico” por causa do peso.O leve peso destes materiais oferecem mais liberdade para mudar a forma da aeronave, o que pode beneficiar a aerodinâmica.

Com informações do LiveScience.com

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